
O presidente da Associação Sul-Africana de Futebol (SAFA), Danny Jordaan, juntamente com um executivo da SAFA, de 55 anos, e um empresário de 46 anos, foram detidos devido a acusações relacionadas com um esquema de fraude e roubo no valor de 1,3 milhões de rands ($72,000, £57,000).
Segundo o coronel Katlego Mogale, porta-voz da Direcção de Investigação de Crimes Prioritários (Hawks), “estas detenções seguem-se a uma extensa investigação sobre alegações de fraude e roubo no valor de 1,3 milhões de rands”.
As alegações referem-se à utilização indevida de recursos da SAFA entre 2014 e 2018, com acusações a afirmar que Jordaan utilizou fundos da federação para contratar uma empresa de segurança privada para sua própria proteção e contratou uma empresa de relações públicas, alegadamente sem obter aprovação do conselho de administração da SAFA.
A investigação dos Hawks, descrita por Mogale como “detalhada e abrangente”, resultou na execução de mandados de detenção na manhã de quarta-feira.
O caso já atraiu uma atenção considerável devido ao papel de liderança de Danny Jordaan na administração desportiva sul-africana.
À medida que a investigação prossegue, a SAFA ainda não se pronunciou sobre a detenção do seu presidente, mas as acusações destacam questões de governação e gestão financeira dentro da organização.
Danny Jordaan, 73 anos, foi libertado sob fiança.
ADP/afrique/CrioloSports
