As equipas da Académica e do Botafogo disputam hoje, no estádio 5 de Julho, a fase final da “taça Fogo” em futebol, no jogo que marca o encerramento da época regional a nível do primeiro escalão.


Nas duas vezes que as duas equipas encontraram esta temporada e a contar para o campeonato regional, registou-se uma vitória para cada uma das agremiações desportivas, sendo que o jogo de final da taça servirá para o “tira-teimas” entre as duas formações.
A Académica, que no campeonato regional ficou na segunda posição da tabela classificativa, atrás do campeão Vulcânico, parte para este jogo como favorita, já que o Botafogo foi terceiro classificado no campeonato regional do primeiro escalão.
Neste último jogo da época futebolística 2017/18 a nível do primeiro escalão, as duas equipas vão entrar em campo à procura da vitória que garante a conquista do troféu ainda em disputa já o título de campeão regional e a respectiva taça foi entregue na última jornada ao Vulcânico.
O jogo de final de taça está calendarizado para as 15:30 no estádio 5 de Julho na cidade de São Filipe, e segundo o regulamento, em caso de empate no tempo regulamentar haverá um acréscimo de mais 30 minutos de prolongamento e caso persistir o vencedor será encontrado na marcação das lotarias de grandes penalidades.
Já o campeão regional, Vulcânico, que na primeira jornada do campeonato nacional, vai receber no dia 07 de Abril, em “casa” o Palmeiras, campeão regional do Sal, realiza este sábado um jogo de preparação contra um misto de Santa Catarina, sendo que o jogo vai ocorrer no estádio de Monte Pelado, nos arredores da cidade de Cova Figueira.
Quanto ao campeonato regional do segundo escalão, o início da segunda fase a ser disputado entre os dois primeiros classificados dos grupos A e B, está calendarizado para o dia 07 de Abril, mas devido aos vários protestos pendentes e que aguardam a resolução, dificilmente irá começar na data.
Alguns dirigentes das equipas de segundo escalão, já sugeriram a sua impugnação devida a “múltiplas irregularidades” cometidas pelas equipas e com a “passividade” da Associação, nomeadamente a participação de jogadores sem a devida inspecção médica.
Inforpress