Uma moldura humana assistiu hoje à reabertura do Estádio Djidjuca, remodelado, em Santa Maria, ilha do Sal, cuja cerimónia inaugural contou com o jogo entre Florença e Santa Maria, pontuável para o campeonato regional.


O Estádio Djidjuca, que se encontrava em avançado estado de degradação, foi completamente remodelado, com novas bancadas, com capacidade para mais de duas mil pessoas, balneários e relvado novo, no quadro do Projecto Cidades Saudáveis.
As actividades para marcar a data da reabertura da tão esperada restauração daquele estádio, localizado na cidade turística, tiveram início desde a manhã de hoje com momentos desportivos, culturais e animação musical.
A tarde foi reservada para o descerramento da placa, num acto presidido pelo presidente da Câmara Municipal do Sal, Júlio Lopes, testemunhado também pelo ministro da Saúde, que se encontra de visita à ilha, entre eleitos municipais e convidados.
No seu discurso de ocasião, Júlio Lopes destacou o “empenho e determinação” da câmara para restaurar o Estádio Djidjuca, já que, conforme disse, foi feito “praticamente do zero”, visando um estádio novo.
“No Sal estamos a fazer história. Sal já é um município com dois campos relvados. E essa é uma relva de alta qualidade, qualquer equipa internacional poderá vir fazer estágio neste estádio”, frisou, reiterando que o foco desta esquipa camarária é o bem-estar das pessoas, famílias e comunidades.
O autarca concluiu anunciando outras inaugurações, nomeadamente do Polidesportivo de Santa Maria.
“Toda a política desportiva do Sal é sempre visando a mulher, por causa da paridade do género, a juventude e os veteranos. Este é um estádio para competição. Queremos que o Sal tenha campeões. Por isso que fizemos esse esforço, e o esforço não foi pouco”, finalizou.
Por seu turno, o vereador do Desporto, lembrando o estado de degradação do “Djidjuca”, disse que “reavivar o estádio” foi “um grande desafio” que a equipa abraçou no início do mandato.
“Encontramos enormes desafios. Encontramos um estádio, sem projecto, sem rede de canalização (…) tivemos de fazer tudo de novo. No passado, enormes constrangimentos, no presente, enormes desafios, mas no futuro Santa Maria e Sal vão colher grandes frutos”, manifestou.
O vereador da Gestão Descentralizada da Câmara Municipal do Sal, Herminio Monteiro, filho de Santa Maria, por seu lado, manifestando visível satisfação e empolgação, disse que e câmara não podia terminar o seu mandato sem requalificar um estádio que “carregou um nome tão importante, uma figura do desporto no Sal, considerado um dos maiores meio campistas da ilha”, exteriorizou.
“Foi para nós uma grande responsabilidade, assumir o desafio de transformar o Estádio Djidjuca num estádio com condições para receber o futebol, e campeonato, de facto, nesta cidade capital do turismo”, enfatizou, assegurando que o passo seguinte vai no sentido da sua “requalificação e dignificação”, já que os trabalhos não estão completamente concluídos, numa ilha que passa a dispor de dois campos relvados.
SC/AA
Inforpress