O atleta Artur Silva venceu, na tarde de hoje e pela segunda vez consecutiva, na categoria de sénior masculino, a corrida de São Silvestre, em São Vicente, que teve como campeã em sénior feminino Crisolita Rodrigues.


Artur Silva, que fez o tempo de 28 minutos e 53 segundos, disse ter sido um “espectáculo de prova”, mas também “difícil”, que, entretanto, é o resultado de três anos de treino, motivados pelo seu treinador, a quem dedicou a vitória.
Logo de seguida, cortava a meta Ary Gomes, com tempo de 29 minutos e 38 segundos e Emanuel Silva com 29´59.
Na categoria de sénior feminino, a vencedora foi Crisolita Rodrigues, com 36 minutos e 57 segundo, uma atleta que está nestas andanças há muito tempo, e que teve como seguidoras Liriel Diogo e Aleida Santos, como 38´30 e 38´58, respectivamente.
Já na categoria de veteranos feminino, Ariana Firmino levou a melhor, tendo em seu encalço Rosa Silva.
No masculino, os veteranos tiveram como vencedores Paulo Santos (1º), Miguel Jesus (2º).
A nível dos juniores destacaram-se os nomes dos atletas Admilson Cruz, Thierry e Reni, e em feminino Silene Diogo, que foi a única atleta feminina a participar nesta categoria, que teve um percurso de cinco quilómetros
Nas duas primeiras categorias, seniores feminino e masculino, a organização atribuiu prémios monetários e troféus aos 10 primeiros classificados, nesta prova que, segundo o presidente da Associação de Atletismo de São Vicente, Arlindo Fonseca, contou com 78 atletas entre séniores e veteranos e dez nos juniores.
Esta corrida, que terminou nas últimas horas da tarde de hoje, teve como ponto de partida a praia da Laginha, num percurso de dez quilómetros, para as categorias de masculino, feminino e ainda veteranos, que percorreu ainda Avenida Marginal, Praça Estrela, estrada do aeroporto, Rua dos Bombeiros, Monte Sossego, rotunda de Ribeira Bote, Cruz, Madeiralzinho, Chã de Alecrim, Avenida 12 de Setembro e por fim Praça Nova.
Uma prova que a organização assegurou ter sido muito “bem disputada”, mas que tem tido “muita perturbação” pelo meio, com interferências de bicicletas e motas que acompanham e “perturbam” os atletas.
Por causa disto, Arlindo Fonseca considerou ser preciso repensar o modelo da corrida de São Silvestre no Mindelo, uma vez que, ajuntou, “a cidade está a ficar pequena e é preciso fazer alguma coisa para não colocar a vidas das pessoas em risco”.
Inforpress