Trinta e seis ciclistas partiram esta manhã da Cidade Velha rumo à Serra Malagueta, com passagem pelo Tarrafal, num itinerário de 98,2 quilómetros (km) da primeira das três etapas da volta à ilha de Santiago em bicicleta.


Nesta primeira etapa da prova, promovida pela Federação Cabo-verdiana de Ciclismo (FCC), os atletas passam por Gamboa (Praia), Aeroporto da Praia, Santa Cruz, Calheta (São Miguel) e Tarrafal para terminarem este primeiro dia na Serra Malagueta (final de etapa).
No sábado, a prova arranca na Praça do Tarrafal, com passagem pela Ribeira das Pratas, Figueira das Naus, Assomada, Rincão, Assomada, Picos, Órgãos (Barragem de Poilão), Santa Cruz e Calheta, numa distância de aproximadamente de 104 km deste que é o percurso mais longo das três etapas.
A Volta à ilha de Santiago termina no domingo, com largada da Calheta e meta na Avenida Cidade Lisboa, na Cidade da Praia, com passagem por Assomada, Picos, Órgãos, Circular da Praia, Palmarejo, Gamboa, Ponte Vila Nova, Avenida Cidade Lisboa, Homem de Pedra, num percurso de 95,7 km.
O presidente da Federação Cabo-verdiana de Atletismo disse à Inforpress que a prova conta com o concurso de cinco atletas das regiões desportivas de Santo Antão Norte e de Santo Antão Sul, duas equipas de região de São Vicente, uma da Boa Vista, uma equipa de Santiago, uma de São Nicolau, uma equipa mista Maio/Fogo bem como uma agremiação da diáspora, proveniente dos Estados Unidos.
Marques Mendes avançou que a prova é disputada na vertente competitiva, de âmbito nacional, com o propósito de marcar uma nova virada na promoção e realização de provas de ciclismo alinhadas com a promoção e o desenvolvimento sustentável do país através do turismo, enquanto pilar central de economia cabo-verdiana.
A Volta à ilha de Santiago em bicicleta, segundo Marques Mendes, é disputada por equipas/regiões desportivas e coloca à disposição dos concorrentes 255 mil escudos em dinheiro e em materiais incluindo uma bicicleta, estando reservado pelo campeão a quantia de 40 mil escudos.
A organização promete, ainda, distribuir troféus monetários, taças e medalhas de participação, de modo a promover e estimular as performances individuais e por equipas, os melhores classificados por pontuação e em geral, por etapas e por equipas, o melhor nas montanhas, bem como o ciclista mais jovem da prova.
Inforpress