Antiga estrela da seleção cabo-verdiana de Futebol, Carlos Morais, conhecido no mundo do futebol e entre amigos como Caló Ichi, é atualmente profissional e professor de educação física e em fevereiro, abriu o seu ginásio para dedicar-se à paixão da atividade física, sempre ligado ao desporto. A Academia Body Electro, como sugere o nome, lança agora um novo produto inovador e pioneiro em Cabo Verde, o Eletroestimulador muscular- EMS, sigla em inglês.


Tratar-se-á de uma tecnologia que utiliza impulsos elétricos para vários fins entre os quais tonificação, desenvolvimento muscular e combate à celulite, reabilitação e terapia de dor, e que promete resultados rápidos, sem o auxílio de fármacos, sem efeitos secundários e segundo os apologistas deste método de treinamento que, consideram os especialistas, não deve substituir, mas sim, complementar o trabalho físico tradicional.
Saiba mais sobre o EMS nas fotos e brochuras neste álbum.
O EMS é um procedimento muito válido e utilizado até no tratamento e cuidados com atletas profissionais e que começou a ser experimentado, de acordo com as nossas pesquisas, por cientistas do desporto na Antiga União Soviética, nos idos anos 50.
A ideia de apostar na EMS surgiu, conta Caló, de uma formação ligada ao alto rendimento desportivo em que participou nos Estados Unidos.
Seguiu-se uma visita ao espaço de um colega em Portugal que já trabalhava com esses equipamentos e com quem Caló pôde aprofundar ainda mais os seus conhecimentos sobre o EMS e seus benefícios.
Acrescenta-se a isso o surgimento do primeiro Centro de Alto Rendimento Desportivo (CARD) lançado o ano passado pelo MD/DG e ainda a necessitar de melhor apetrechamento em termos de materiais e equipamentos, Caló viu nisso a oportunidade de fazer esse investimento que diz, é complementar ao projeto do DGD. Inclusive, o jogador terá apresentado uma proposta ao MD/DGD, ao qual aguarda a resposta, para trabalhar junto ao CARD.
O ex-jogador recorda o caminho até chegar neste momento e conta que não foi fácil fazer essa transição de jogador profissional para profissional de educação física e dono de um ginásio.
“De um momento para o outro tudo acaba e você tem que ser muito forte e contar com um suporte familiar consistente que, felizmente, foi o meu caso”. Isso, acrescenta, “para além de amigos verdadeiros porque os `amigos da bola´ são os primeiros a desaparecerem no final de tudo e só ficam estes `di me di vera´”, reflete.
DGD