O antigo presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol e candidato às próximas eleições nessa instituição, Mário Semedo refuta as acusações do seu “opositor” Mário Donnay Avelino que o acusa de estar a ser investigado por “gestão danosa”.


Em conferência de imprensa hoje, na Cidade da Praia, Mário Semedo disse que estas declarações só podem representar um acto de puro desespero e de enormes dificuldades para Donnay em conseguir se candidatar.
Semedo fez questão de apresentar aos jornalistas o certificado de cadastro policial emitido pela Direcção Nacional da Polícia Nacional, datado de 6 do corrente, provando que não está a ser alvo de qualquer investigação por parte da polícia cientifica cabo-verdiana, tendo considerado que “Donnay” é um irresponsável que desprestigie a FCF e ataca o “bom nome de pessoas” na tentativa de denegrir a sua imagem enquanto candidato às eleições na FCF.
Entretanto, indicou que recusa enveredar também para a via de ataques pessoais ou “jogo baixo para atingir qualquer objectivo”, preferindo confiar na justiça.
Enquanto isso, afirma estar absolutamente tranquilo que não cometeu nada que pudesse prejudicar a FCF e considera ser bom que se avance com estas averiguações para se chegar a verdade dos factos.
“Há pessoas que enquanto dirigente desportivo nunca apresentaram contas e não têm moral para criticar quem quer que seja, portanto não reúnem condições mínimas para estarem à frente de uma instituição como a FCF”, assevera Mário Semedo sublinhando ser um dirigente permanentemente disponível a servir Cabo Verde.
Concernente ao “Caso Tunísia” que Mário “Donnay Avelino” alega haver indícios de corrupção, Mário Semedo esclarece que após aquela situação “desagradável” a sua equipa federativa pediu uma assembleia-geral extraordinária para analisar a questão e que todas as associações unanimemente deram um voto da confiança à sua pessoa para continuar à frente da federação.
Ainda assim, entende ser de bom tom que Mário Donnay Avelino apresente junto das autoridades deste país os indícios que terá descoberto neste caso, lembrando que a FCF foi a parte prejudicada neste processo.
Inforpress