A direcção da Escola de Preparação Integral de Futebol (EPIF) tem em curso uma campanha de sensibilização para participar na Copa Mediterrâneo Internacional, que se realiza de 27 de Março a 01 de Abril, em Barcelona, Espanha.


À saída de uma audiência com o chefe de Estado, Jorge Carlos Fonseca, esta quarta-feira, o presidente da EPIF, José Maria Lobo, “Djédji”, disse que a escola está em busca de meios para poder responder, de forma positiva, o convite formulado pelo director do “Mediterranean Internacional Cup 2018”, Juango Rovira, para estar representada por uma equipa de sub-14.
Explicou que a EPIF participou nesta competição de 2001 a 2007, de forma continuada, deixando grandes exibições e histórias a nível de sub-11, mas que nos últimos anos tem pautado pela ausência, constada pela organização, que clama pela EPIF, prometendo mesmo custear parte das despesas (estadia, hotel e alimentação).
O mentor da EPIF, agora com cerca de 450 alunos, espera que deste encontro com o Presidente da República, a EPIF consiga sensibilizar as instituições privadas e oficiais a ajudar a escola a custear as viagens, de modo a poder regressar esta competição, com o argumento que se trata de uma montra para divulgar o futebol cabo-verdiano e para o lançamento da carreira internacional dos jovens atletas.
Djédji disse que neste torneio, que envolve as melhores equipas de formação do mundo em representação de clubes e países diversos, a EPIF deixou a sua classe com conquitas da taça “fair-play”, e dos troféus de melhor marcador, melhor guarda-redes, e jogador revelação de entre outros feitos.
Aponta nomes como Kuka, Stopira, Zé Luís, Ryan Mendes, Patrick, de entre um número largo de crianças que passaram por esta competição e que hoje em dia representam a selecção de Cabo Verde e clubes da Europa.
Segundo a carta do MICFootball’18, a que a Inforpress teve aceso, a direcção do torneio considera mesmo que “a repercussão da presença da EPIF no MIC elevará o conhecimento destas ilhas internacional.
Inforpress