O avançado da selecção cabo-verdiana de futebol, Heldon Ramos, considera que o adiamento do jogo entre Uganda e Cabo Verde de sábado para domingo abalou psicologicamente a equipa, contribuindo para uma derrota no jogo deste domingo (0-1).


Segundo o extremo do Rio Ave, Portugal, o grupo ficou abalado depois de receber a notícia de que não haveria jogo devido ao atraso da chegada da selecção ugandesa.
Sublinhou que o combinado crioulo já estava todo concentrado para o embate de sábado, alegando que Cabo Verde já tinha preparado o jogo em termos físicos e psicológicos.
O atacante crioulo reconhece que mesmo assim o grupo tinha que fazer mais dentro do campo para conseguir uma vitória, mas promete que todos vão trabalhar para trazer de volta a alegria ao povo cabo-verdiano.
Por outro lado, não esconde a desilusão pela sequência de maus resultados em casa, “quatro jogos sem vencer”, facto que obriga a equipa a trabalhar ainda mais para dar a volta por cima.
Quanto à sua continuidade na selecção, Heldon Ramos “Nhuk”, como é conhecido pelos adeptos cabo-verdianos, avança que ainda vai continuar a vestir a camisola da selecção, enquanto o seleccionador e os cabo-verdianos contarem com ele.
“Nhuk” iniciou o jogo esta tarde no banco de suplente, saltando para o jogo ao minuto 14 da segunda parte para substituir o medio defensivo Marco Soares num jogo onde Cabo Verde perdeu por 1-0 frente ao Uganda.
Enquanto isto, o técnico da equipa nacional do Uganda, Muyinba Grupus, mostrou-se felizardo pelo facto de a sua equipa ter iniciado o grupo com uma vitória fora de portas e logo com a liderança no Grupo L, tendo entretanto, destacado a qualidade da equipa nacional de Cabo Verde.
Muyinba Grupus afirma mesmo que a sua equipa conseguiu marcar no momento certo num relvado que o mesmo classifica de muito difícil para a adaptação dos seus jogadores.
Fonte: Inforpress