Futebol África: CAF e mais 5 confederações opõem-se ao lançamento da "Superliga"


A Federaçao Internacional de Futebol (FIFA) e  seis confederações de futebol existentes, incluindo a Confederação Africana de Futebol (CAF), reagiram fortemente ao plano de lançamento de uma "Super Liga" reservada a alguns grandes clubes europeus.


A entidade reitora do futebol mundial e as Confederações envolvidas ameaçaram proibir os clubes e jogadores de entrarem nesta competição lucrativa aberta a alguns grandes nomes.

"Não seria reconhecido nem pela FIFA nem pelas Confederações envolvidas", lê-se  numa declaração assinada pelos líderes destes organismos,incluindo o Congolês Constant Omari, presidente em exercício da CAF.

Segundo os signatários do documento, "em conformidade com os estatutos da FIFA e das Confederações, todas as competições devem ser organizadas ou reconhecidas pelo organismo competente ao seu respetivo nível, pela FIFA a nível mundial e pelas Confederações a nível continental. Consequentemente, qualquer clube ou jogador envolvido em tal competição será, por conseguinte, proibido de participar em qualquer competição organizada pela FIFA ou pelas Confederações", escrevem a FIFA e a AFC, CAF, CONCACAF, OFC e UEFA em primeira instância.

A "Super Liga" deveria ser modelada nas ligas norte-americanas como a NBA, a MLS e NFL e gerar enormes lucros com consequências dos direitos televisivos.

Segundo um diário desportivo italiano, esta  competição reuniria seis equipas da Primeira Ligua inglesa (Manchester United, Manchester City, Liverpool, Arsenal, Chelsea e Tottenham), três do La Liga espanhol (Real Madrid, FC Barcelona e Atlético Madrid), três da Serie A (Juventus, Inter e Milan AC), duas da Bundesliga alemã (Bayern e Dortmund) e uma da Ligue 1 francesa (PSG).

Quanto ao diário britânico The Times, afirmou que os seis clubes da Primeira Liga poderiam aderir ao evento por 310 milhões de libras (350 milhões de euros) cada.
PANA


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